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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

27.Abr.18

Vão embora porquê?

David Marinho

Odeio despedidas, caramba!

No trabalho como na vida, as pessoas vão e veem, porque o destino assim as obriga. Ás vezes são oportunidades que aparecem, outras vezes são azares, e assim vão desaparecendo as pessoas da nossa vida por falta de presença ou por falta de tempo.

Mas como odeio as despedidas, caraças!

Não há compostura que segure o fim de um ciclo nem alegria momentânea que perdure no momento para nos dizer que acabar um ciclo é normal. É anti-natura o fim do fim, mesmo que o fim seja uma mudança no espaço físico que nos separa.

E como nos despedimos? É um "até já"? Um "tudo de bom"? "Um "vemo-nos por aí"?

E a desgraça que é passar um último dia, sabendo que mais hora, menos hora, muda-se o chip e a vida continua?

Há constituição, leis, decretos, o que seja, para o fim?

Quem inventou o fim das coisas?

Foi a morte? Mas ninguém morreu, porra!

 

Aos meus colegas que se vão deslocar daqui para fora (mais agradável de se dizer), desejo-lhes boa sorte!

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