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Domingo à tarde

Domingo à tarde

Gosto quando adormeces, quando me dás um pontapé na perna. É como se fosse uma sentença que me avisa que desapareceste do mundo real, para ires para a outra banda, onde poderás sonhar o que quiseres.

Não evito um sorriso descansado, como se o meu papel de protector fechasse ali mais um ciclo, para poder adormecer e quiçá encontrar-me contigo no outro lado. E isto adquire-se com o tempo, com a atenção de quem merece o tempo que despendemos com ela. E o tempo contigo, mais que bem empregue, é transformado em vida que ganho.

Mas não faço questão que agora percas tempo de propósito para analisar os meus vícios. Gostava, agradecia, porque o ego é uma coisa estranha que gosta de ser preenchido. Mas já os conheces tão bem, eu sei.