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Domingo à tarde

12
Fev19

Sintam-se em casa!

David Marinho

Às vezes precisamos parar para pensar. Não há outra forma de viver as coisas: parar. refazer. avançar. E quando tem de acontecer, não há nada a fazer. Desta vez a obra morreu e tudo o que estava agarrado foi com ela. E de cada vez que penso nisso, penso na hipótese ténue de as coisas resistirem ao tempo só porque sim, sem auto-conhecimento, sem disciplina, sem sucesso. 

E Domingo à Tarde chegou a esse ponto sem retorno. A obrigação de alimentar um ego puramente digital era perda de tempo, de confusão, de falta de ideias, com uma necessidade gigante de parar. E o tempo não determina nada, porque quando não há mais a fazer, não vale a pena forçar.

Mas percebi que as coisas não existem por acaso, que as experiências que adquirimos na vida não são por acaso. As pessoas, a oportunidade de chegar a elas, de ajudar, de ouvir, de aconselhar e de ao fim do dia tudo valer a pena...não é por acaso. E não há nada que nos sirva melhor no corpo do que a utilidade que temos e da disponibilidade que oferecemos.

Domingo à Tarde voltou.

Esta é também a vossa casa.

 

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