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Domingo à tarde

Domingo à tarde

Às vezes desapareço porque o mar chama-me. É qualquer coisa relacionada com os signos que parece ser verdade, então desapareço por uns tempos. 

Mas vejo tudo daqui, da foz do rio num banco gelado de pedra. Os vales que circundam esta vida, as casas caiadas, as pessoas que passam, o veneno que corre nas ruas, vejo tudo.

No entanto ninguém me vê, e vou-me rindo até me fartar. É que ver os outros sem agir é bom até certo ponto, depois tudo se complica.

E hoje vim com palavras. Podiam ser pedras, que o mundo não está para brincadeiras. Mas as palavras são menos pontiagudas.

Mas também podem doer.

Olá, pessoas.

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