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Domingo à tarde

30
Mai19

Maldito cancro

David Marinho

Temos muito medo da morte. Um medo terrível que nos transtorna e não desaparece. 

Prova disso é a constante fuga aos momentos que nos fazem repensar na nossa vida, no que andamos a fazer e do tempo que perdemos futilmente em merdas que não interessam a ninguém.

Mas quando nos cai no colo a notícia, o prenúncio, a hipótese remota, tudo nos cai. Ou não queremos morrer ou não queremos que morram as pessoas justas e boas. E acabo de ler algo que me fez repensar, de um maldito cancro terminal que nunca teve volta a dar.

O Diogo deu-nos o testemunho numa cama de hospital de que está fraco mas que arranjou forças para nos vir avisar sobre a maravilha que é podermos viver. Não consigo dizer muito mais. Deixo-vos o testemunho e cliquem para ler o resto do que ele escreveu.

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