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Domingo à tarde

Domingo à tarde

Está tudo doido.

Já me tinha habituado à ideia de que as coisas correm à velocidade da luz e que, para apanhar o comboio, bastava um movimento de sorte e ter força para aguentar o puxão.

O problema são os que ficam, que não querem saber da sorte ou do azar e montam o seu acampamento, destilando ódios pequenos que formam um bolo gigante que vai corroendo até ao estômago.

Ser feliz é estar bem. 

Não ser feliz é não estar bem.

E não estar é razão suficiente para procurar estar.

E quando olho à nossa volta, há quem não procure e tenha desistido até. Existem os que se isolam e os outros que fazem questão de partilhar a nuvem negra que as envolve.

E esses destroem o equilíbrio, o bem-estar das coisas, o normal funcionamento. A esses, embora poucos, não me interessa ter na minha vida. Então saio, desligo e deito fora. 

Cada um é responsável pelos seus actos, por deixar a sua boa marca.

E eu filtro, filtro, filtro.

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