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Domingo à tarde

Não gostas, queres ver!

24.02.18

Desrespeitei o meu despertador


Há qualquer coisa de fascinante na forma como lido com o despertador.

Eu por mim abolia o botão snooze porque nunca lhe dei uso, apesar de as pessoas resistirem a acreditar nisso. Acordo ao despertar da primeira nota musical do alarme, e consoante a profundidade do sonho, poderei acordar sobressaltado, de forma lenta ou de forma estúpida.

Mas como acordar de forma estúpida?

Com um salto encarpado na cama, em que no movimento descendente, a minha mão vai ao telemóvel e desliga o alarme. Faz sentido para vocês isto? Não? Sim? Ok.

Mas eu sinto que a minha relação com o despertador é daquelas relações em que se um de nós falha, acabaremos os dois numa depressão, a enfrascar Sumol de laranja puro e sandes de torresmo prensado.

Pensavam não ser possível que um despertador tivesse depressão, não era? E quando não toca? Ora aí está...

Mas por outro lado sinto que devemos respeito a uma instituição que permite que o dinheiro entre em casa, que não tenhamos problemas no trabalho, e outras coisas que não me lembro mas que são válidas. O que acontece depois do despertador já é da esfera de outras instituições, tenham paciência!

Mas hoje desrespeitei o meu despertador. Coloquei para despertar a dada hora e acordei 1h mais cedo, rogando mil pragas ao dito cujo, por achar que não tocou por esquecimento. À hora certa despertou, inundando-me de culpa que ainda perdura. Por isso...as minhas mais sinceras desculpas...

 

...meu cabrão de merda!

 

 

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