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Domingo à tarde

13
Jun19

É possível haver equilíbrio?

David Marinho

Ao ler o post de Uma pepita de sucesso lembrei-me de como a poesia consegue descrever a vida de uma forma muito mais directa do que a prosa. Então lembrei-me de uma pequena peça literária de Mário Quintana que continua muito actual:

Esse tic-tac dos relógios
é a máquina de costura do Tempo
a fabricar mortalhas.

e todo o meu entendimento para aquilo que eu acho que é o passar de tudo isto, diz muito do tempo a que estamos destinados a viver e a morrer. Não há fatalidade nenhuma nisto tudo. Há destinos que sabemos que são traçados e talvez seja por isso, por sabermos a verdade, é que vivemos obcecados com tudo. Acho até que vivemos numa total acalmia mascarada só para não causar o pânico que sentimos dentro de nós.

É possível haver equilíbrio entre não estar obcecado com a morte, ao mesmo tempo não estarmos obcecados com a vida? É possível não vivermos apenas numa constante espera pela morte ou num desespero tremendo por viver?

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Nota: leiam o blog da Luísa Uma Pepita de Sucesso - excelente trabalho!

 

 

12
Jun19

Frustração no trabalho

David Marinho

Quem disse que os caminhos são fáceis é porque não teve de os escolher. Não há uma forma fácil de chegar a Terra sem passar por tempestades, dissabores ou expectativas frustradas. 

Aliás, é essa frustração que mede a ambição que temos. Quanto mais a frustração...é suposto ser assim, certo?

E eu passo por isso. O caminho não foi fácil mas fez-se e vai-se construindo.

Mas vejo outros a quem o caminho foi destruído e não vêm resolução à vista, nem as ferramentas têm para se levantarem sozinhos. A esses resta a porta de saída e nem sempre sabemos bem porquê.

Mas trabalhem, trabalhem bem. Não trabalhem muito. A qualidade do trabalho, mais tarde ou mais cedo e mais que a quantidade, será recompensada. Ou deveria.

Mas não nos livramos desse caminho.

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11
Jun19

Bengalas da vida

David Marinho

Sei que faz frio e calor

Que ninguém aguenta, desesperam até

É que ninguém suporta duas coisas ao mesmo tempo

Se não domina uma sequer.

 

Então levamos um casaco.

São aquelas bengalas para a vida

Que dá trabalho e nem sempre usamos.

Um pouco como isto tudo:

Leva contigo tudo o que sabes, não sabes o que poderá acontecer a seguir.

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