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Domingo à tarde

13
Mai19

Ainda há esperança nos "putos"

David Marinho

Ontem, enquanto festejava eufórico, o título de campeão europeu de Hóquei em Patins do Sporting, via na bancada do adversário muitos pais com os filhos a verem a consagração do título. Creio ter visto ali a educação a trabalhar, ensiná-los a lidar com a derrota, como as muitas que terão ao longo da vida. E enquanto choravam, senti que era ali o limite do sofrimento que qualquer criança podia ter. 

Talvez tenham aprendido a lição (seria admirável) mas confesso que até hoje nunca aprendi. Não que tenha sido "educado" a lidar mal com a derrota mas há algo em mim que não me permite falhar, que não permite sequer pensar em falhar. Se o que sou hoje se transformasse naquelas crianças, talvez estivesse na rua por não ter de lidar com a vitória do adversário.

Mas, espero ser pouco presunçoso, ver aquilo, fez-me ter alguma esperança nisto tudo. Talvez seja mais fácil quando se ganha mas ter aquela capacidade quando se perde é incrível.

IMG_20190512_202111.jpg

09
Mai19

Bom dia, o #"!$#%$&

David Marinho

Sabem aquelas pessoas que às 8 da manhã sentem uma vivacidade tremenda, comparada com as 18h de uma Sexta antes das férias? 

Sabem, não sabem?

Odeio.

Não há manhã nenhuma que me sinta tão bem, que consiga chegar com a força como algumas pessoas que eu conheço. Há algo no meu sono que não me desperta, não me deixa despertar e mantém-se por largas horas depois de acordar. Mais ainda quando essas pessoas experimentam decibéis que eu achava impossível alguém conseguir atingir a horas tão madrugadoras. 

Os bons dias são aterradores, parecem facas nos olhos!

Mas a vida são muitas coisas e elas também têm o direito a viver, pronto.

01
Mai19

Alheamento completo

David Marinho

Gostava de perceber em que parte da História começámos a perder a capacidade de sermos humanos.

Acabo de ler a simples e surreal história de uma senhora que, ao chegar ao multibanco, se depara que estão 200€ na ranhura, esquecidos por uma outra senhora que os levantou. Com isto, pega no dinheiro e leva-o à senhora que estava ainda por perto e, feitos os agradecimentos, ouve a mesma senhora dizer entredentes: "É mesma parva, era mesmo eu!".

O gesto é de louvar e humanidade pede-se, todos nós sabemos. Mas...onde falhámos para que a ganância tomasse conta disto? Completa falta de valores, completo alheamento da realidade, das pessoas, de tudo. 

Não o questiono por ingenuidade, que eu sei que isto não é de agora. Mas onde começou ou nota-se mais agora do que se notava?

 

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