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Domingo à tarde

19
Fev19

Comprar casa

David Marinho

Não me passa outra coisa pela cabeça, sou sincero. Mas o processo de compra é das coisas mais chatas e aborrecidas de que tenho memória, só porque uma pessoa não nasceu rica e não pode dar aquele dinheiro todo assim do pé para a mão. 

Pior ainda é saber que as condições até há alguns anos era relativamente mais fácil, com garantias mais enfraquecidas pelo sistema mas que servia na mesma. Agora? Nossa Senhora! 40 anos de guilhotina autêntica, com a cabeça a prémio, e isto se conseguir o dinheirinho todo para pagar a casa ao início porque até conseguir...

É por isso que ser velho com dinheiro tem tanto impacto como ser jovem sem. Há potencial para tudo mas não chega, ou já não chega para tudo - e não interpretem isto de várias forma, está? Já sei como vocês são.

E por isso, para combater o Sistema, é que agora me tornei o Rambo das Finanças, na esperança de ainda conseguir forma de arranjar isto, sem que tenha uma arma apontada o tempo todo. É preciso treino e persistência. Assim seja!

18
Fev19

És seguro?

David Marinho

É fácil desmascarar as pessoas quando as coisas que assumem são francamente inseguras.

As coisas geram desconforto quando não têm retorno, imediato ou não. Ou por motivos de ego, por motivos de auto-confiança, de auto-estima, de qualquer coisa que coloque numa posição frágil a própria pessoa. É por isso que o humor serve como base para se fugir às fragilidades.

E existem pessoas manipuladas, pessoas manipuláveis e as que manipulam.

As que são manipuladas, vivem fragilizadas.

As que são manipuláveis, vivem a fragilidade em potência.

As que manipulam, já foram todas as outras, e em algum momento da sua vida sentiram-se capacitadas para vingar os velhos tempos. E estas pessoas podem ficar desconfortáveis se não conseguirem o que esperam, e acabam por mexer na própria consciência de uma forma que pode correr mal.

Às outras resta-lhes a capacidade de suportarem o resultado de tudo isto, esperando crescerem capacitadas para lidarem com as situações, caso contrário manipularão também.

E desmascarar uma fragilidade, torna a ideia muito pior do que ela é na realidade.

16
Fev19

Reflexo ou reflexão?

David Marinho

O Tejo é, em grande parte do meu tempo, os meus olhos. Nele reflicto e sou reflexo de tudo aquilo que imagino que é ou que deveria ter sido. Não posso fazer muito mais do que faço, sobretudo porque não tenho oportunidade nem capacidade para mais.

O meu tempo, como de toda a gente, é curto demais. Desperdiçar é desperdiçar-nos, é não ter vontade de viver e logo eu que me sinto cheio de vida. Lisboa já não é nem menina nem moça, é mais meio aristocrata, ao alcance de alguns boys que fazem dela o Tio Patinhas da geografia portuguesa.

E é preciso ser-se inocente para conhecer, desvendar, encontrar. Não um experiente que já viveu tudo, que nada já serve o seu propósito.

O que vale é que o Sol desponta, dizendo-me que são horas de aproveitar.   

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